O colecho é a prática de dormir junto com o bebê ou a criança na mesma cama. É uma forma de facilitar a amamentação noturna e fortalecer o vínculo entre os pais e o filho. No entanto, é importante seguir medidas de segurança para evitar acidentes, como garantir que o colchão seja firme e que não haja espaços onde o bebê possa ficar preso.
A palavra cama compartilhada tornou-se um dos termos mais comuns quando se fala na criação de bebês. No entanto, ainda é um termo desconhecido para muitos pais, apesar dos benefícios que seu uso demonstra.
O que é cama compartilhada?
A cama compartilhada refere-se ao ato de dormir com seus filhos. Em uma visão ampla, a cama compartilhada inclui a possibilidade de dormir em uma cama ou berço acoplado ao dos pais. A criação natural difunde as vantagens desse tipo de padrão em comparação com uma visão mais tradicional que separa as crianças para seu próprio lugar de descanso e até mesmo para seu próprio quarto.
Quais são os benefícios da cama compartilhada?
O padrão de sono do bebê será mais regular. A criança se sente menos desprotegida do que dormindo sozinha, sabendo que seus pais estão por perto, o que a faz sentir menos necessidade de chorar e dormirá mais, promovendo bons hábitos de sono. O sono potencializa o desenvolvimento neuronal da criança, aumentando assim suas capacidades mentais.
Regula melhor sua temperatura. Não apenas acalma dormir acompanhado, mas também beneficia o bebê na hora de encontrar o calor necessário para seu descanso. A temperatura corporal emanada dos pais tem se mostrado benéfica em bebês prematuros, o método canguru, pele a pele, faz com que ganhem mais peso, tenham um ritmo cardíaco mais estável e melhor saúde. Seguir o mesmo método para garantir seu desenvolvimento durante o descanso é uma conclusão lógica na cama compartilhada.
Bebês que compartilham a cama comem mais. Principalmente nos casos em que a amamentação é seguida naturalmente. As crianças vão mamar por mais tempo. A facilidade na amamentação, derivada da proximidade, tornará esse ato mais frequente.
Melhor descanso para os pais e fortalecimento do vínculo paterno. Os pais poderão descansar melhor com a tranquilidade da proximidade do bebê. Além disso, foi demonstrado que o vínculo afetivo é reforçado, o que pode não ser estabelecido durante o dia devido às ocupações laborais dos pais.
Compartilhar a cama tão natural quanto respirar. Em países como o Japão, onde a cama compartilhada é a norma e não a exceção, a taxa de morte súbita infantil é uma das mais baixas do mundo. A lição sobre "como respirar" durante o sono vem de forma natural ao se sincronizar com a mãe.
No entanto, apesar de todos esses argumentos, ainda existem críticos deste método. O medo de poder sufocar os pequenos durante o sono continua pesando para os pais hesitantes. Nesse sentido, existem diretrizes que fazem muito sentido, desaconselhando o método quando os pais não estão em condições de dormir com seus filhos, seja porque consumiram álcool, estão muito cansados, obesos ou a cama não é apropriada para o descanso da criança.
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